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Gente
Que Faz |
Em
boa hora...

Com o esposo José Carlos.
Na hora em
que ela precisa, as coisas têm acontecido.
Assim tem sido a vida de Elisabete Custódio,
técnica em Segurança do Trabalho
e nosso perfil no Gente que Faz.
Antes do ingresso na Vicasa, Elisabete era
digitadora numa empresa de contabilidade.
“O ambiente era ótimo, mas
o salário muito baixo”. Então
um cliente, colaborador da Vicasa, a indicou
para uma vaga no departamento de Compras.
Já na empresa, a colega se viu num
impasse. Estudante de Segurança do
Trabalho, ela precisava estagiar, uma necessidade
para a conclusão do curso. Ou estagiava,
ou perdia os dois anos de curso. Ela não
queria sair da Vicasa e abandonar sua recém
conquistada vaga. Então a empresa
permitiu que ela estagiasse e ainda, posteriormente,
investiu mais ainda na formação
da colega.
Agora, formada no curso da PUC oferecido
pela empresa e bem empregada – tocando
as emandas do setor de Compras juntamente
com a Segurança do Trabalho –
Elisabete espera pela maternidade, outra
coisa que veio em boa hora. “Vi diversas
matérias, na TV, nos jornais, dizendo
que as mulheres estão tendo filhos
mais tarde, porque querem ter uma bagagem
para poder se dedicar ao filho. Foi o que
eu fiz”.
Casada há seis anos com José
Carlos, ela comemora a vinda de Vítor,
seu primeiro filho, na melhor fase da sua
vida. São sete meses de gestação,
que se finda no final de julho. Até
parece que a hora estava marcada.
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Seguindo
o plano “A”
Um
momento em Família
Tudo começou com um projeto. Quando
Jelço Lima dos Santos entrou na Morungava,
há 13 anos, sabia o que queria: ser
fiscal. Foram oito anos como cobrador, outros
tantos na área administrativa, Arrecadação,
Almoxarifado... Até que o dia de ser
fiscal
chegou, há cinco anos.
Com o tempo vem a sabedoria. “Para ser
um bom fiscal é preciso ter a mente
aberta, saber analisar as situações,
ver a questão do passageiro e também
a da empresa. Temos que ver o lado humano
dos colegas. Tem que trabalhar como uma ‘balança’,
buscando sempre o equilíbrio”.
Se muito na vida de Jelço é
projeto, o amor lhe fugiu ao planejamento.
“Conheci minha esposa no ônibus.
Foi amor à primeira vista! Foi numa
viagem, de tardezinha. Ela embarcou junto
com os tios. Bateu o ‘olho no olho’
e pronto.”
Tempos depois, comentando sobre a moça
com um colega, a descoberta – o tal
colega era primo
dela. Foi o cupido. Hoje Jelço e Leni
completam 13 anos de casados e formatam mais
um projeto:
“Neste ano teremos um filho. Esperamos
nos estabilizarmos para dar toda a atenção
e melhores condições a esta
criança. É a coisa que mais
quero e estamos preparados”. Sorte ao
colega!
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| De
tudo um pouco

Pedro
com a família
Falando de trabalho, Pedro Elizario Alves
já fez muita coisa nessa vida. Com 14 anos
ele saiu de sua cidade, Santa Rosa, para tentar a
sorte na capital dos gaúchos. O primeiro
trabalho foi de servente, no Hospital de Clínicas.
E então começou um longo período
em que ele era sempre “o ajudante”.
Pedro lembra de uma passagem em que fez até
parte de um circo. Uma vez, quando voltei à
minha cidade,lá estava o circo do (falecido
cantor) Teixeirinha. Comecei a trabalhar com eles
e viajei junto,
fazendo a promoção do circo nas cidades.
Conheci tanto o Teixeirinha, quanto a Mary Terezinha.
Até carregava a gaita dela”, conta com
saudade.
Pedro tinha trabalho, mas queria uma profissão.
“Mas eu nunca sonhava em ser motorista, e hoje
adoro meu serviço. Quando sento atrás
do volante, esqueço de tudo, viro um verdadeiro
profissional”,
diz Lasqueado – como Pedro foi batizado na Vicasa.
Depois de parar com as andanças, foi a vez
de Pedro montar a sua família. São três
filhos do primeiro casamento. Também tem o
Pedrinho, Pedro Júnior, filho de seu atual
casamento – “Estou casado há 13
anos com Sônia Regina, uma grande parceira!
Falei para ela: para nos separarmos, só se
tu me deixar! Para eu te deixar, só se a outra
for muito mais rica!”, ele brinca, ignorando
o perigo. |
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O acaso
certeiro

Com
Camila e João Vitor
Um misto de apreensão
e alegria. Foi assim que Luis Carlos Sevage Bitencourt
recebeu a notícia de que seria um dos “Gente
que Faz” desta edição. “É
que sou meio tímido”, justifica. “Mas
fiquei muito feliz, porque isso significa que represento
uma coisa boa na
empresa”.
Luis é cobrador da Vicasa Cachoeirinha. Há
três anos, um acaso o levou ao trabalho. “Tinha
trabalhado
como vendedor, no varejo, e também fui patinador
em um supermercado. Mas estava desempregado. Foi
quando minha mãe ouviu no rádio que
a Vicasa precisava de colaboradores”. Foi
rápido. “De manhã levei meu
currículo e da tarde já me chamaram
para fazer um teste”.
Quando pensa no futuro, Luis pensa em crescer na
Vicasa. Ele está na escola de formação
de motoristas, “levando muito a sério”,
ele assegura. Mas é impossível pensar
no futuro sem desejar felicidade aos filhos –
“Tenho o João Vitor, de um ano, e a
Camila, de cinco. Eles são tudo para mim,
quero que eles tenham o melhor na vida”.
Hoje Luis não está casado. Mora com
a mãe e com Camila. Vê João
todos os dias. A família é um bálsamo
e um incentivo para o cobrador que sonha alto –
para si e para os seus.
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O melhor incentivo

Com
a esposa, Karina.
Há oito anos começou
a história de Marcos Júnior Santos Pisoni.
“Oito anos e dois meses”, ele, que conta
até os meses, corrige. Em 1999 o colega ingressava
em Canoas como
aprendiz de chapeador, para trabalhar junto de seu
pai.
Com o tempo, ele passou a aprendiz de almoxarife,
almoxarife, e há dois anos é monitor
de pátio –
agora na unidade Cachoeirinha. “Faço
o controle da limpeza interna e externa, abastecimento,
lubrificação, gestão de pneus
e almoxarifado”. Uma boa lista de atribuições.
Lista que só se realiza com a integração
da equipe. “Trabalho com 32 pessoas. Tenho que
fazer com que meu quadro trabalhe bem e isso só
acontece se eles tiverem confiança em mim”.
Com 27 anos, Marcos cresceu na empresa e na vida.
Sua mais nova conquista foi o casamento, de
atuais quatro meses, com Karina. “Nos conhecemos
na praia, no reveillon de 2005, na beira da praia”.
O namoro migrou do litoral e daí já
viu...
Para o colega a família é fundamental,
“tendo uma boa estrutura, o cara tem tudo para
dar certo”.
Praticamente em lua de mel, Marcos anuncia que os
filhos vão demorar um pouco a chegar –
o tempo
de ele crescer ainda mais na empresa, sempre motivado
pela harmonia com os colegas. |
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| Após
a luta, a espera

Com
o filho e a esposa
Lexvainer Oliveira Moreira tem
sua história de vida marcada pela busca de
“um lugar ao sol” – se é
para usar um clichê bem batido. Com apenas 10
anos ele começou a trabalhar numa confeitaria.
De auxiliar de serviços gerais, passou a confeiteiro.
“Cheguei num
patamar de onde não tinha mais para onde ir”.
Depois de seis anos, entrou no almoxarifado de uma
ferragem. “Cheguei ao ponto que, acima de mim,
só estava o patrão”. E lá
foi ele em busca de novos desafios. Chegou à
Vicasa. “Quando ingressei, como cobrador, me
trataram com muito carinho. Sempre fui comunicativo
e não tive dificuldades com o público.
Eu aprendo muito, tanto com os colegas quanto com
os clientes”.
E a perseverança lhe rendeu frutos. Lexvainer
lutou e conseguiu formar-se motorista. Hoje, aprovado,
ele espera apenas a abertura de uma vaga. “Sempre
fui calmo, soube esperar e entender. Sou astante paciente”,
revela. É bom mesmo, porque a (boa) espera
tem marcado este período da vida do colega.
Lexvainer - casado com Roseli e pai de Tauã,
de cinco anos – aguarda mais um rebento, a Nathaly,
que deve chegar em agosto. “Vai ser um presente
para minha família, porque minha esposa e meu
filho fazem aniversário em agosto”. E
assim ele convive com a ânsia destas doces esperas. |
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