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Novidades na Vicasa |
Gente
que faz - Sorte ou competência?
Algumas pessoas
recebem grandes oportunidades na vida. Estão
no lugar certo, na hora certa. Mas sorte
não basta, mais do que estar no lugar
e na hora é preciso fazer a coisa
certa. Esta introdução retrata
a história de Lisiane Maria da Silveira
na
Morungava. Uma jovem de 24 anos que teve,
cedo, uma oportunidade, mas conseguiu conquistar
seu espaço pelo bom trabalho.
Dois meses depois de ser efetivada com auxilar
de serviços gerais da empresa, ela
recebeu um
convite – ser cobradora. O gerente
e “olheiro” nas horas vagas,
Pedro Bessa enxergou seu talento. E ela
ficou feliz da vida: “Mudou a minha
vida! E agradeço muito ao seu Pedro
pela oportunidade”.
Ela já era uma cobradora, era só
trabalhar, moleza. Que nada! No princípio,
Lisiane sentiu dificuldade. Ela conta: “Eu
nunca havia trabalhado com o público,
era bem tímida. Ainda por cima, fui
a primeira cobradora da Morungava. Enquanto
algumas pessoas elogiavam a iniciativa da
empresa de abrir espaço para mulheres,
outras olhavam com uma cara esquisita”.
Ela conquistou os clientes com a qualidade
de seu trabalho e hoje, com dois anos de
roleta, avalia a história: “Para
mim foi muito bom. Eu era pessimista, tinha
baixa auto-estima. Mas dessa vez consegui
vencer meus medos. Foi uma grande vitória!”
Bem nessa época de crescimento profissional,
sobrou um espaço para o crescimento
afetivo e ela decidiu morar com Antônio
Carlos,
seu companheiro há, também,
dois anos. Hoje, quando está de folga,
a colaboradora gosta de visitar a família
– o pai, Luis; os irmãos, Zulaine
e Fernando, e a mãe, Dona Maria,
com quem Lisiane adora trocar algumas “fofoquinhas”
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Gente
que faz - Totalmente motorista
Valdenir da Silva Freitas é motorista
da Vicasa Cachoeirinha – e motorista
diamante! Ele é simplesmente apaixonado
pelo que faz. Apaixonado por uma profissão
que amedronta a muitos. Mas, para Valdenir,
dirigir não é nada mal, é
um prazer!
O colega está na Vicasa há cerca
de 20 anos, mas é motorista há
mais tempo. Valdenir conta que seu ingresso
na empresa teve a mão do destino: “Eu
havia saído de um emprego e ia fazer
ficha em outra empresa. No dia em que estava
indo, encontrei um colega que me pediu carona,
para ir à Vicasa. Quando cheguei na
frente da empresa estava escrito ‘precisa-se
de motorista’,
então fui lá conferir a vaga.
Coisa do destino, era mesmo para eu trabalhar
aqui!”, diz convicto. Então,
na Vicasa o colega pôde continuar a
fazer o que mais gosta, dirigir. Valdenir
adora ser motorista, diz gostar de cumprimentar
os passageiros, ser amigo dos colegas. E o
que diferencia a Vicasa para ele? “A
Vicasa faz parte da minha vida e me oferece
as melhores condições para eu
trabalhar. Através do meu trabalho
na empresa é que meu filho pôde
se formar e ainda vou formar outro em breve”.
Falando em família, vamos apresentar
a outra paixão de Valdenir. Ele é
casado com Sandra, o casal tem três
filhos – Valdenir, de 27 anos; Sandro,
de 22 e Rafael, de 18. A turma ainda conta
com o seu xodó absoluto: A netinha
Júlia, filha de Valdenir. Em nossa
conversa foi fácil perceber que Valdenir
é um apaixonado pelo trabalho pela
família e que faz as coisas com amor.
É só acompanharmos seus dizeres:
“É preciso gostar do que se faz,
se não tu começas teu dia com
um mau- humor pequeno e acaba com um baita
mau-humor. Não adianta trabalhar só
para defender teu pão, é preciso
realmente gostar”.
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Gente
que faz - O fuso-horário de Alberto
Alberto da Silva Domingues é mecânico
de longa data, 16 anos. Já trabalhou em diversas
empresas, mas foi na Vicasa, onde ele encontrou sua
“casa”. Já são nove anos
de um relacionamento de sucesso. Há três
anos uma experiência nova: O colaborador trocou
seu turno e desde então, trabalha enquanto
a maioria das pessoas dorme.
No princípio foi assim: “Eu
estava empregado e mesmo assim vim procurar vaga na
Vicasa. Lembro
que o pessoal aqui me falou: ‘mas tu já
estás com a carteira assinada.’ E eu
respondi: ‘quero trocar, porque o meu sonho
é trabalhar aqui’. Então fiz o
teste, passei e estou na empresa até hoje”,
conta Alberto. De lá para cá, o colega
afirma manter uma trajetória exemplar: “Sempre
fiz de tudo para nunca arrumar complicação.
Jamais tive atrito com quem quer que seja na empresa
e meus chefes nunca precisaram me chamar a atenção”.
Segundo ele, esse é o segredo do sucesso. “O
negócio é se dar bem com todos e trabalhar
direitinho, fazer a sua parte”. Alberto está
sempre numa boa, até com o “fuso-horário”
no qual trabalha. Seu turno começa às
22h e termina às 5h45. Mesmo estando
ativo no horário em que todos descansam, o
colega não estranha: “Acho que não
voltaria a trabalhar de dia novamente”. Alberto
é casado com Eva, eles têm três
filhos – Eduardo, de 19 anos; Evandro, de 17
e Veridiana, com 11 anos. Quando está de folga,
o grande prazer do colega é tocar violão.
“Estudei
o instrumento por dois anos. Esse é o meu lazer.
Saio com os amigos, toco com eles, estou sempre com
violão na mão. Minha mulher até
se irrita: ‘larga esse violão Alberto!’
Mas não adianta, é uma das coisa que
mais gosto de fazer”, revela o mecânico
da madrugada, que ainda encontra tempo para atacar
de violeiro.
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Gente
que faz - A paz de Miriam

Não há na Vicasa
quem não conheça Miriam Andrea Amaral
da Silva. Em novembro ela completa 11 anos trabalhando
no Departamento Pessoal. Quem foi admitido nesse
período certamente já conversou com
a colega – que cuida não só
das admissões, mas das férias, aposentadorias
e outros serviços que o DP executa.
Ao passar pelo balcão do DP/RH é fácil
comprovar que Miriam é uma daquelas pessoas
que acalmam qualquer um – pelo gestual, pelo
olhar, que inspira confiança e pelo seu sorriso,
que bem recebe os que a procuram. O porquê
do “bom astral” ao trabalhar se explica
por um único fator: o gosto por aquilo que
se faz. “Meu trabalho é muito gostoso
de se fazer, principalmente porque tenho bastante
contato com o público e também tenho
um bom relacionamento com todos”, explica
Miriam, dando detalhes de sua filosofia profissional:
“Tens que ser amiga, sabe? Ser colega, partilhar
as coisas. Porque a gente passa a maior parte do
dia dentro da empresa, é uma segunda casa”,
diz ela em tom de incentivo. Do trabalho para a
casa, a tranqüilidade anda junto de Miriam.
Ela é casada com Juliano, uma união
que completa 10 anos em 2006. O casal tem um filho,
o Guilherme, um menino “carinhoso, calmo e
maduro”, no alto dos seus cinco anos. Além
da tranqüilidade, mais um ingrediente compõe
o ambiente dessa família – a união.
“Nós estamos sempre juntos, nos dedicamos
a nós três. Agora estamos construindo
a nossa casa, então vamos, a família
inteira, para a obra”, conta Miriam, testando
a dita união. Miriam é uma pessoa
dedicada à família e dedicada a um
projeto de vida - estar em paz. “Eu e meu
esposo queremos ver nosso filho crescer. E nosso
objetivo é crescer juntos e viver bem. Se
tiveres paz de espírito, tu tens tudo...
tendo amor, tu vais longe”.
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