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Novidades na Vicasa |
Gente que faz - Em paz com os desafios
Antonio é motorista bronze
Antonio Marcos dos Santos
é motorista e grande seguidor daquela
máxima, “Deixa a vida me
levar...”. Ele começou na Vicasa
como cobrador e logo virou
manobrista. Trabalhando no manejo
dos carros ele estava contente.
“Por mim, naquela época, ficava
só dentro do pátio, manobrando”
conta. Mas então veio a
notícia: “Chegaram para mim e me
disseram, ‘tu vais ser o próximo motorista’.
Daí eu me assustei, não era
muito a minha vontade”.
De lá para cá, tudo foi muito
rápido, “Quando vi já era motorista e hoje não posso reclamar, está
ótimo”, afirma Antonio. O colega gosta de trabalhar à tardinha, pois
tem a manhã inteira para descansar – aliás, o descanso, segundo ele, é
o segredo para o bom desempenho. Outra dica é a seguinte: “Para os
colaboradores novos, o importante é procurar exemplos positivos entre
os colegas e se aproximar”.
E o Antonio se considera um bom exemplo? “Ninguém é perfeito,
mas sou cumpridor das normas e tento ao máximo fazer bem o
meu serviço”. E serviço é com ele mesmo, quando está de folga seu
hobby é mais um trabalho – a mecânica. “Ainda bem que meu horário
na Vicasa é muito bom e me permite descansar”.
Antonio é casado há pouco tempo, mas vive junto de sua esposa,
Carla Beatriz, há 10 anos. O casal tem quatro filhos – Cristian, Carlos,
Charles, Cassiano. Como pai ele assume: “Sou chato, ou melhor, exigente.
Pode ser um defeito, mas acho a disciplina muito importante”.
Assim é Antonio, um colaborador responsável e um pai coruja, tentando
buscar sempre o que há de melhor naquilo que a vida lhe reserva.
“Deixa a vida me levar...”
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Gente que faz - Uma vida em movimento
Célia é motorista diamante
Celia Claudina Hencke trabalha
na Viacasa há nove anos e é
motorista diamante. Quem a vê
hoje, nem imagina que esta
condutora já teve medo de dirigir
um ônibus. Mas esta história começa
um pouco mais atrás. Célia
aprendeu a dirigir com o pai, que
foi carreteiro por 45 anos. “Nas férias
sempre viajava com ele”, conta.
Quando saiu do colégio já trabalhava
numa transportadora, mas
como secretária. Neste período um
sonho aflorava, ela queria ser
carreteira como o pai. “Ele nunca deixou, dizia que era perigoso e que
meu negócio era ônibus. Eu detestava ônibus”.
O tempo passou e muita coisa mudou. A transportadora em que
trabalhava fechou e ela teve de se mudar de Novo Hamburgo para
Gravataí e novamente procurar emprego. “Minha experiência como
secretária não contava, eu era gordinha e os empregadores não queriam
uma profissional do escritório, queriam uma manequim”, conta.
Um dia ela pegou um ônibus da Vicasa dirigido por uma motorista,
a Dona Ivonete. “Eu precisava trabalhar e foi ela que me ajudou no
início, me indicando a uma vaga na empresa”. E, então, Celia teve de
encarar a responsabilidade de transportar vidas. Com a experiência veio
a confiança e hoje ela é uma profissional tranqüila.
A vida de Celia é cheia de surpresas e reconstruções. Em setembro
do ano passado ela se separou, em março deste ano seu pai faleceu.
Para muitos, o fim. Para ela, não. Ao avisar as pessoas da morte do pai,
reencontrou um grande amigo dele, que foi seu primeiro grande amor -
Rogério. Hoje os dois namoram e fazem planos. Célia vive novamente uma
paixão e mostra a todos que não desanimar traz ótimas recompensas.
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Gente que faz - Talento em família
Mais um colega diamante!
Paulo Afonso dos Santos
Cezar é motorista diamante,
está na empresa há 18 anos e há
pelo menos oito sem nenhum
acidente. A receita para tanto ele
revela: “É preciso um pouco de
cuidado, paciência e técnica”.
Tanto tempo sem acidentes
é, também, o resultado de uma
carreira de dedicação e de um talento
familiar, já que o grande
modelo para o colega é seu pai,
que também foi motorista na
Vicasa.
Paulo conta que sempre sonhou
em ser motorista como o pai. “Eu cresci ouvindo o nome da
Vicasa, ou da Viação Canoense, como a empresa era conhecida
na época. Trinta anos atrás só meu pai trabalhava na minha casa,
então nosso sustento vinha todo da empresa. E isso sempre significou
muito na minha vida, então quando completei 26 anos, vim
direto para cá”. Uma escolha mais que natural.
A história se repete. O que aconteceu com Paulo na sua infância
torna se repetir com o seu filho. “Mateus, meu filho, tem 17
anos e está encaminhado: se formou no segundo grau e agora
está fazendo curso pré-vestibular, tudo sustentado pelo salário
que ganho da Vicasa”.
Mateus é fruto do casamento de Paulo com Eunice, o casal
está junto há 20 anos. Para o colaborador a família é tudo: “Adoro
minha esposa, meu filho, meus pais. A família é o que de melhor
pode haver na vida de uma pessoa”. E no caso de Paulo, foi o que
o incentivou na profissão e o que o incentiva a trabalhar melhor a
cada dia.
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Gente que faz - Trabalho para vencer

Nosso colega campeão!
Edmilson Augusto Nunes é colaborador
da Vicasa desde 2001.
Como cobrador ele julga como principais
qualidades do profissional da
roleta o respeito e a paciência. “É a
gente que ‘faz’ o humor do cliente. Se
a gente respeitá-lo, ele vai nos respeitar”,
diz.
Educação, respeito, paciência e disciplina
são algumas características que
Edmilson afirma ter herdado do esporte
que pratica há 24 anos - o Tae Kwon Do.
O colega é faixa preta, mestre quarto Dan
e acumula muitos títulos - são quatro
campeonatos brasileiros, oito campeonatos
gaúchos, três sul-brasileiros, um
pan-americano open e o grande destaque: ele é pentacampeão mundial
na categoria Open. São cinco vitórias consecutivas, desde 2002. A última
conquista aconteceu ainda em 2006, no mês de abril.
Edmilson conta que conciliar o trabalho de cobrador com os treinos
e aulas que dá, não é fácil. “É preciso muita perseverança, é preciso
vencer o cansaço, o que só é possível quando a gente faz o que ama”. E
a conciliação também é muito facilitada pela Vicasa, que patrocina o
colaborador em todas as competições que ele participa.
O esporte significa tanto na vida de Edmílson que em sua casa,
todos são praticantes do Tae Kwon Do. Sílvia, sua esposa, é faixa vermelha
(a última antes da preta) e os filhos do casal – Mariana, de nove
anos; e Alexandre, de sete – estão iniciando na arte marcial.
O grande sonho de Edmílson é ver os filhos numa Olimpíada. “Adoraria
vê-los numa competição como essa, porque eu, particularmente,
estou satisfeito. Conheci muitos lugares, muita gente e cresci muito como
pessoa”. Cresceu tanto que orgulha a Vicasa de ter em suas roletas um
campeão na vida!
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