Reforço no quadro de colaboradores
Desde
janeiro, os colaboradores que operavam nas
linhas do Consórcio Metropolitano
agora fazem parte do quadro de motoristas
e cobradores da empresa. O Consórcio
Metropolitano administrava e operava as
linhas que interligam os municípios
da região metropolitana de Porto
Alegre: TM1, TM2 e TM3.
Desde dezembro de 2005, depois de um acordo
entre as empresas, ficou decidido que cada
empresa participante faria a execução
das linhas, inclusive os serviços
de Manutenção, Operação
e Recursos Humanos. Por isto a transferência
de parte dos colaboradores que trabalhavam
no consórcio para o quadro da Vicasa.
O que vale dizer é que agora estes
profissionais fazem parte do time Vicasa!
Eles têm benefícios, direitos
e deveres como os de qualquer colaborador
da empresa. Ao colaborador veterano um recado:
ajude seu colega nesta adaptação
à nova empresa.
Sabemos que cada organização
tem suas particularidades, sua cultura.
Seja um parceiro para que estes novos colaboradores
possam assimilar, mais rápido possível,
o “espírito Vicasa”!
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| Trânsito
Seguro
Siga o mapa e
dirija com atenção
A
equipe que trabalha no programa PAZ tem contado
com um forte aliado para a redução
dos acidentes de trânsito: É
um mapa dos diversos itinerários da
empresa onde são destacados pontos
de maior perigo. O mapa é gerado por
um programa de computador, que calcula diversos
dados coletados pelo pessoal do Tráfego.
O mapa é apresentado nos treinamentos
do Programa Acidente Zero para que sejam estudados
os pontos críticos, aqueles que exigem
cautela e atençãoredobradas!
No desenho das vias, cada acidente é
representado por uma estrela
colocada exatamente no local da ocorrência.
Também existe uma classificação
de cores – a estrela vermelha, por exemplo,
indica um acidente grave, com culpa do colaborador
e com vítima.
O objetivo do mapa é levar para os
treinamentos do PAZ uma representação
visual do risco das ruas. O engenheiro de
Tráfego Flávio Caldasso complementa:
“A rua é um campo minado. O número
de acidentes sem culpa está aumentando
de ano para ano, o que significa que mesmo
que nosso motorista se cuide, ele pode ser
envolvido em acidentes por terceiros”.
Hoje este número representa 70% de
todas as ocorrências – “Por
isto é cada vez mais importante criar
em nossos colaboradores uma consciência
defensiva. Nos novos, estamos plantando esta
semente desde o primeiro dia”, afirma
Flavio.
Alguns porquês - Em 2005 o total
de acidentes foi 937. Um número que
assusta, mas não é considerado
ruim se comparado com anos anteriores. Em
2001 foram 1163 ocorrências e em 2002
1063 – o que mostra uma evolução
no trabalho do PAZ. Para Flávio, o
número de acidentes pode ser relacionado
com algumas questões objetivas. Uma
delas é o que ele chama de “troca
de sessão”. “É quando
o motorista passa de uma via mais lenta para
uma mais rápida, ou o inverso. Também
quando passa de um lugar com pouco movimento
para uma rua movimentada. O colaborador muda
seu comportamento, sua maneira de conduzir.
É quando acontecem os acidentes”,
explica.
Outro fator é a exposição
ao risco devido à alta quilometragem
percorrida. Só em dezembro passado
foram 106 mil viagens, com três milhões
448 mil passageiros, e dois milhões
145 mil km rodados. “O nosso motorista
não pode escolher trafegar onde o trânsito
está calmo, ele tem de cumprir o itinerário
e faz isto diversas vezes ao dia. Assim, ele
se expõe mais do que o motorista que
está a passeio”, explica o engenheiro.
Pontos críticos de acidentes
Cachoeirinha: Avenida Flores da Cunha, a segunda
mais movimentada do estado.
Canoas: Cruzamento da Avenida Boqueirão
com a BR 116. Avenida Rio Grande do Sul, no
bairro Mathias Velho. E na Freeway, próximo
à Vila Areia, onde acontecem muitas
depredações.
Porto Alegre: Proximidades dos terminais,
no centro da cidade e no corredor da Assis
Brasil.
Dados positivos - Nos últimos
anos, progressivamente, tem caído o
número de acidentes graves. O principal
dado é em relação à
categoria de acidentes mais graves: com culpa
do colaborador e com vítima –
este tipo foi minimizado e, hoje, representa
apenas 3,2% do total de registros.
Também os colaboradores estão
cada vez mais conscientes. Atualmente, a Vicasa
possui mais de 600 motoristas classificados
pelo PAZ. O programa tem várias categorias
de acordo com o tempo em que o colaborador
não se envolve em acidentes: Defensivo,
Bronze, Prata, Ouro e Diamante – a principal
graduação, que representa cinco
anos sem acidentes. Os motoristas diamantes
já são dez.
Estes dados informam que ainda há espaço
para melhorar, mas dizem também que
a Vicasa não está parada, ao
contrário: Estamos no caminho certo
e sempre evoluindo.
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